O SGS do Banco Central publica séries históricas das reservas internacionais do Brasil, que representam os ativos em moeda estrangeira mantidos pelo BCB. As reservas são compostas principalmente por títulos do Tesouro americano, depósitos em bancos centrais estrangeiros, ouro e direitos especiais de saque (DES) no FMI.
As reservas internacionais são um indicador fundamental da capacidade do país de honrar compromissos externos e da solidez da política cambial. O Brasil mantém uma das maiores reservas internacionais entre países emergentes, acumuladas principalmente a partir de 2006.
O BCB divulga diariamente a posição das reservas e mensalmente a composição detalhada por tipo de ativo, moeda e prazo.
A posição diária é atualizada com 1 dia útil de atraso; a composição detalhada tem defasagem mensal de 30 a 60 dias
Denominação em dólar
As reservas são reportadas em dólar americano; variações podem refletir oscilações cambiais entre as moedas que compõem as reservas, não necessariamente compras/vendas
Efeito contábil do ouro
O valor do ouro nas reservas varia com a cotação internacional, gerando "variações" que não são operações do BCB
Rendimento não publicado em séries diárias
O rendimento financeiro das reservas é divulgado apenas em relatórios periódicos e na série mensal
Sem detalhamento por moeda
A composição por moeda das reservas é divulgada apenas no relatório anual de gestão de reservas, não via SGS
Limite de 10 anos por consulta
Desde março de 2025, consultas ao SGS em formato JSON/CSV são limitadas a intervalos de no máximo 10 anos. Para séries longas, é necessário fazer múltiplas requisições com intervalos de datas diferentes, ou usar o endpoint /dados/ultimos/{N}.
Dados consolidados
As séries mostram o total; não é possível identificar operações individuais (swaps, intervenções spot, etc.) via SGS